O deputado Roberto Mesquita (PV) comentou, durante
o primeiro expediente da sessão plenária desta terça-feira (15/09), o corte de
gastos no valor de R$ 26 bilhões anunciado pelo Governo Federal nesta
segunda-feira (14/09). A medida inclui o adiamento do aumento salarial do
funcionalismo público e a recriação da Contribuição Provisória sobre a
Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza
Financeira (CPMF).
Segundo o parlamentar, não há nenhum cidadão brasileiro que
se negue a contribuir para o orçamento do País, desde que seja por algum
benefício concreto, o que não vem acontecendo na gestão da presidente Dilma
Rousseff. “Mais uma vez vamos pagar a farra pelo mau uso do dinheiro público
por parte do Governo Federal, que traz a conta para que possamos dividir.
A
verdade é que temos uma incompetência a nos guiar, aliada a uma falta de
compromisso com o bem público a nos presidir”, lamentou Roberto Mesquita. Em aparte,
o deputado Audic Mota (PMDB) criticou pontos que serão comprometidos com o
corte, como o adiamento no reajuste dos servidores públicos para o próximo ano
e a suspensão de novos concursos públicos para 2016.
“Esse anúncio penaliza o
contribuinte brasileiro, criando novos impostos e aumentando os já existentes,
para que o cidadão comum pague, quando, na verdade, é o Governo Federal que não
está fazendo o dever de casa”, salientou. Também em aparte, os deputados
Capitão Wagner (PR), João Jaime (DEM) e Ely Aguiar (PSDC) endossaram as
críticas ao Governo Federal pelo anúncio, cobrando que o Executivo corte da sua
“própria carne”, em vez de penalizar os contribuintes brasileiros.
Com informações do gabinete do Dep. Roberto Mesquita
Assembléia Legislativa do Estado do Ceará
